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19/08/2017
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Ação contra abuso e exploração infantil acontece em Itu

Na manhã desta sexta-feira (17/05), a Secretaria de Promoção e Desenvolvimento Social realizou uma ação para divulgar a campanha do Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual Contra Criança e Adolescente. A ação aconteceu no cruzamento das Ruas Santa Rita com Sete de Setembro, em frente à Igreja de Santa Rita, e contou com a presença do prefeito de Itu, Antonio Tuíze; da presidente do Funssol, Zélia Vaccari Gomes; o vice-prefeito Neto Beluci; da secretária de Promoção e Desenvolvimento Social Ângela Maria Lopes Ferraz de Almeida; o presidente da Câmara de Vereadores de Itu, Josimar Ribeiro, secretários, diretores e vereadores.

Durante a ação foram distribuídas cartilhas e squezees para pedestres e motoristas com o intuito de divulgar a importância da denúncia em casos de abusos contra crianças e adolescentes.

Para coletar informações sobre denúncias de exploração sexual de crianças, a Secretaria dos Direitos Humanos mantém o Disque Denúncia Nacional, ou Disque 100, um canal de comunicação da sociedade civil com o poder público, que possibilita conhecer e avaliar a dimensão da violência contra crianças e adolescentes e o sistema de proteção, além de orientar a elaboração de políticas públicas.

O serviço recebe denúncias de violência contra crianças e adolescentes procurando interromper a situação de violação e encaminhando-as às instâncias cabíveis. O Disque 100 funciona 24 horas por dia, inclusive aos fins de semana e feriados. O Conselho Tutelar da cidade também pode ser procurado. Em Itu a sede do Conselho Tutelar fica na Rua Doutor Felipe Nagib Chebel, 182, Centro e os telefones são (11) 4022-6100 ou (11) 4013-4836.

18 de maio

O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes foi instituído por lei federal 9.970/00, em alusão a 18 de maio de 1973, quando a menina Araceli, de apenas oito anos, foi raptada, drogada, estuprada, morta e carbonizada por jovens da classe média alta de Vitória (ES). Apesar de sua natureza hedionda, o crime prescreveu e os assassinos ficaram impunes.


Texto e foto: Renata Guarnieri